Posted by: Leandro | 5 Maio 2008, 9:14 am.

Desculpem, foi a força do hábito

Pois bem: cá estou eu mal recuperado depois de uma noite mal dormida.  Pelo menos o nível de adrenalina do sangue baixou, já recuperei a voz e a serenidade necessária para escrever.  Enquanto os amigos flamenguistas vão chegando, todos sorridentes, no trabalho - já interrompi a tentativa de escrever este post várias vezes por conta dos muitos abraços e parabenizações que recebi -, nem sinal dos botafoguenses.

Para um flamenguista, ganhar do Botafogo, do Vasco, do América, do Tupi ou do Malutron não tem nenhuma diferença: mais do que isso, é um hábito, um vício, é irresistível.  Vencer é mais do que natural; empatar é do jogo e perder, um mero acidente de percurso.

Pensando nessa última frase ao contrário, lembro do jogo de ontem - apesar de que eu confesso que mandaria às favas quem me lha dissesse, tentando me acalmar, no fim do primeiro tempo.

O time começou perdendo (isso todo mundo já sabe) com uma falha bisonha do Bruno (isso todo mundo viu): um mero acidente de percurso (isso só o Bruno viu).  Empatou com Obina (quando ele nasceu, deus olhou para ele e disse: “filho, já que eu não te dei inteligência nem maturidade, vou te dar sorte e carisma - aproveita!”) aos três do segundo tempo (momento melhor não havia): isso era do jogo.  Virou com Tardelli (irresistível: um vício, um hábito que vinha se repetindo desde a final da Taça Guanabara).

Finalizou com Obina: para provar que vício é coisa de viciado.  Hoje ninguém vai ser mais chato do que eu.

Editando: acabou de chegar o primeiro botafoguense.  Dá licença.

Respostas

Poxa, eu ainda amo o Bruno. Mesmo depois dele ter sido o causador do seguinte torpedo que eu recebi após a falha: “Melhor goleiro do Brasil?? Puta que pariu!!!”

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