Mais um filme daqueles que eu e Fiona adoramos ver: comédia romântica, água com açúcar. Sem tiroteios, sem perseguições de carro e sem grandes picos de suspense na trama, ele é só mais uma história de amor com final feliz, como tantas outras que o cinema norte-americano já produziu desde o fim dos anos 80.
O que faz a diferença neste filme em relação a todos os outros é a disputa entre os dois personagens principais por um prêmio de cassino no valor de três milhões de dólares. Só isso. Por esse motivo, eles se engalfinham e se esfaqueiam pelas costas o filme todo e, no final, óbvio, acabam juntos, com os três milhões de dólares – e quem não é feliz com três milhões na conta?
Mas o filme é engraçado. As tiradas são muito boas (não chegam a ser ótimas, mas valem a pena), tem uma certa dose de sarcasmo e uma pitada de cores, seguindo o estilo Disney de fazer filmes.
É mais um filme para se ver com a namorada, dividindo a pipoca e o refrigerante, numa tarde inocente de domingo ou numa sessão de dia de semana, cedo, depois do trabalho (que foi o meu caso), seguida de um passeio igualmente inocente de mãos dadas no shopping.
Apesar disso, acreditem, o filme faz mais jus ao preço do ingresso do que muitos dos últimos filmes que vi e comentei aqui no blog – a não ser que você odeie esse estilo de filme. Questão de gosto. E mesmo que você não goste, vale a pena conferir algumas cenas rápidas, só para ver como Cameron Diaz é feia e está um bagaço chupado (ou espremido) de laranja – nem a maquiagem conseguiu salvar.

