Eu sempre fui adepto dos toques de celular que parecessem toques de telefone. É o tradicional “triiiiim-triiiiim”… Admito algumas variações, mas sem sair desse tom. Por óbvio, nem todo mundo pensa como eu: viva a diversidade!
Já é clássico o tema “hinos de clubes de futebol”. Se eu tivesse uma música dessas como toque padrão, seria o hino de qualquer clube, menos o hino do Flamengo. Sim, porque somente assim eu atenderia o telefone rapidamente. Fosse o hino do Flamengo, eu ia deixar o telefone tocar até o fim do hino para, só então, atender a ligação. Resultado: quem chamasse ia desistir antes do hino terminar de tocar.
No mesmo ritmo, outro dia o marido de uma amiga me mostrou o toque do celular dele: nada mais nada menos que a narração, pelo José Carlos Araújo, do gol de falta do Petkovic na final do tri-campeonato estadual de 2001. Alguém acha que eu ia atender se tivesse um toque desses? O celular nunca ia ficar no modo vibratório. Imagino até a cena: reunião de trabalho, o celular no volume máximo e sobre a mesa. Começa a narração do gol e todos se calam para ouvir. No fim, todos gritam “goooool!” junto com o Garotinho. Sucesso absoluto!
Lá no trabalho, um amigo tem por toque uma música da trilha sonora do Rei Leão: “Aui Mauê – The Lion Sleeps Tonight” (veja o vídeo para saber do que estou falando). Ele disse que é o único toque de celular que ele conseguiu não associar com trabalho ou más notícias, mas com alguma paz e tranqüilidade.
Uma amiga – não vou dizer o nome mas se você clicar aqui você saberá quem é – tem um celular com um toque interessante mas meio, digamos, mórbido: a música do filme Psicose, de Hitchcock. Quando o telefone dela toca, todos se calam com aquela cara de “má notícia vindo aí“.
Um outro mané que eu conheci dia desses tinha o toque – já manjado – do plantão jornalístico da Rede Globo. É aquela musiquinha que a minha geração (e as anteriores) aprenderam a associar com as notícias de aumento do preço da gasolina (para quem não sabe ou não lembra, o aumento do preço da gasolina, até o governo Itamar Franco, era anunciado às 21h do dia anterior, pela televisão, e todos corriam desesperadamente com seus carros para os postos para encher o tanque ainda com o preço antigo). Depois dessa explicação, nem preciso dizer que o toque provocava um frio na espinha de quem o ouvia…
É por isso que eu vou continuar com os meus toques tradicionais.

Outro dia falaram comigo que o toque do meu celular parece que alguém está afogando. Não entendi, é um trimm, trim, só um pouquinho diferente.
Ah, já tive para os números do trabalho o toque de missão impossível, tem uma semelhança enooooorme!
Feliz 2009 para você e toda a sua família!
beijão
O ambiente corporativo normalmente é o mais esquisito – quando deveria ser o mais sóbrio. De vez em quando, no trabalho, aparecem umas musiquinhas meio esquisitas…
Por: Paula em 31 Dezembro 2008, 4:18 pm.
às 4:18 pm
O de um vendedor lá no meu trab toca Your Love, do Outfield, no vol máximo…pior impossível.Já outra colocou “então não me conte seus problemas; hj eu quero paz, eu quero amor”…rsrsrsrs.
O meu é bem simples, uma melodia tipo salsa, mas assim q puder vou baixar umas musiquinhas pra cada contato…
Eu gostava dos toques temáticos – para cada contato, um toque diferente. Mas aboli isso agora no novo celular.
Por: Carmen em 1 Janeiro 2009, 12:03 pm.
às 12:03 pm