A arte do encontro

Neste post eu não vou falar do Flamengo. Mas vou continuar falando de Vinícius. E quanto mais eu penso na obra dele, mais eu vejo que ele sempre tinha (e ainda tem) razão.

Uma das maiores belezas da vida são os encontros que ela proporciona. Os encontros acidentais, principalmente. Sabe aquela pessoa que gostava muito mas que nem se lembrava mais, não sabia o paradeiro – e às vezes nem lembra o nome direito? Aí você a encontra, sem querer. E é aquela festa!

Os reencontros são tão gostosos que fazem esquecer completamente o longo tempo de desencontro. É como se, depois de horas esperando na fila, você fosse alçado diretamente ao primeiro lugar: você até lembra do tempo de espera, mas não está mais chateado por isso.

Esses prazeres fazem a vida valer a pena.

* Este post faz parte da série “O Cachambi era aqui!” e é uma republicação do original, achado após ficar muito tempo perdido.

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3 Comments

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  1. Falou pouco mas falou bonito!

    Igual aquele anúncio da Skol.

  2. Adorei!! É a mais pura verdade!

    Pois não é?

  3. Primo, ficou lindão esse texto, adorei o final.

    Valeu!

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