Dresden

O meu sonho de conhecer Dresden veio de um desses e-mails com apresentações em Powerpoint que circulam pela internet.  Eu sequer havia ouvido falar na cidade até recebê-lo.  A tônica da apresentação era o Bombardeio de Dresden e a sua alcunha de “Cidade Inocente”.

A cidade destruída após o Bombardeio
A cidade destruída após o Bombardeio

Dresden, de fato, se orgulha de ter sido destruída e reconstruída sete vezes ao longo de sua história milenar.  O sétimo episódio foi o Bombardeio realizado pelos aliados, sem motivo aparente nem justificativa de qualquer natureza (até porque o Bombardeio se concentrou no centro da cidade, e não na periferia, onde se localizavam suas indústrias e instalações militares que, assim, permaneceram intactas), em 12-15 de fevereiro de 1945, matando entre 22 e 25 mil pessoas (civis, em sua ampla maioria).  Depois do Bombardeio, Dresden permaneceu destruída por muitos anos, durante a ocupação soviética.  Seu isolamento do mundo era ainda maior, por se situar na parte baixa do Vale do Rio Elba – ela tinha dificuldade de comunicar-se via rádio com o restante do mundo, pois as ondas passavam por cima dela e não adentravam o Vale – daí o apelido de “Cidade Inocente”.

Reconstruiu-se aos poucos, tendo recebido esforço redobrado após a reunificação alemã.  Reconstruiu a vida e seus principais prédios à luz das suas glórias do passado, quando era a capital da Saxônia e um dos principais centros de cultura da Europa – tanto que é chamada de Florença do Elba ou Florença Alemã.

Além disso, eu sempre quis ver uma cidade da Alemanha Oriental e Dresden me pareceu uma oportunidade factível de bate-volta a partir de Berlim – um bate-volta longo mas, àquela altura da viagem, eu imaginava (com razão!) que minhas pernas gostariam de pouco mais de duas horas e meia sentadas a bordo de um trem de baixa velocidade.  Outras alternativas, como Leipzig e Nuremberg, me pareceram cidades grandes demais para um único dia de visita.  O passeio não deixou nada a desejar!

O trem para Dresden partiu cedinho de Berlim (6:30h, mais ou menos) e antes das 9h eu já estava em Dresden.  Dormi quase a viagem toda – ótimo para recuperar as energias!  Ótimo horário também para chegar em Dresden: um pouco antes das excursões e do horário de abertura das principais atrações da cidade (10h).  Da estação, rumei diretamente ao Zwinger – que eu julgava, a partir da leitura de diversos guias de viagem, inclusive o famoso guia 1000 lugares para conhecer antes de morrer, ser a principal atração turística da cidade – de bonde, apesar da cidade ser bem pequena.  A Deutsch Bahn (DB, para os íntimos), empresa ferroviária alemã, oferece, juntamente com o bilhete de ida e volta para a cidade, por cinco euros, um passe de um dia para uso de toda rede de transportes urbanos de Dresden (não sei se faz o mesmo para bate-voltas em outras cidades da Alemanha).

O Zwinger é a principal obra de arte barroca de Dresden
O Zwinger é a principal obra de arte barroca de Dresden

Esse foi o meu principal erro estratégico na visita a Dresden e quase custou muito caro (na verdade, o erro estratégico foi não garantir o ingresso com antecedência).  O Zwinger é, de fato, a principal obra de arte da cidade, uma verdadeira pérola barroca.  Não vi outro prédio tão bonito quanto ele na Alemanha – talvez a Casa de Chá Chinesa de Potsdam rivalize com o Zwinger.  Mas eu devia ter suspeitado que o principal tesouro da cidade era, de fato, o seu tesouro, acumulado durante o passado glorioso da Saxônia, em exposição no Grünes Gewölbe (Abóbada Verde, em tradução livre literal), um museu localizado no Residenzschloss (o palácio dos reis da Saxônia) que contém, nada mais nada menos, que a maior coleção de tesouros da Europa.

Então, vou, por partes, contar o que Dresden me pareceu, na ordem do que seria o roteiro ideal de um dia na cidade.  Mais mastigado que isso, impossível!

Os trens mais rápidos e que permitem o melhor aproveitamento do dia em Dresden são os que partem de Berlim Hbf  (estação central) às 6:26h e, na volta, de Dresden às 19:04h (este post foi escrito em 2011, portanto confira se os horários ainda são os mesmos!).  Foram esses que eu peguei, mas o trem da volta atrasou bastante a saída de Dresden, fez várias paradas (no meio do nada!) durante a viagem e demorou muito mais que o esperado para chegar em Berlim.

Atualização: em agosto de 2015, os melhores horários eram de trens diretos (menor tempo de viagem) 6:46h (Berlim-Dresden) e 19:07 (Dresden Berlim).

Antes de ir a Dresden, porém, vale a pena comprar, com antecedência, o ingresso do Grünes Gewölbe pela internet.  Ali também é usado o sistema de slots de horários para visitação (50 ingressos para cada período de meia hora, entre 10h e 17:30h).  Eu não fazia a menor ideia disso e, quando cheguei, faltavam apenas 14 ingressos para serem vendidos naquele dia.  Entrei na fila e, na minha vez, faltavam apenas 7 ingressos para serem vendidos – foi na conta do chá!  Por isso é que o erro estratégico de ir ao Zwinger primeiro quase custou muito caro.  Mas não recomendo comprar para o primeiro horário pois um atraso no trem ou na chegada a Dresden pode pôr tudo a perder.  Compre para perto da hora do almoço ou para outro horário à tarde.

Chegando na estação, desça para o andar térreo e vá até as linhas de trem desse andar (as linhas terminais da estação).  Uma vez ali, vire à direita e você verá uma imensa padaria, daquelas que dão água na boca mesmo a quem acabou de sair de uma churrascaria rodízio.  Compre algumas coisas e arrume um café da manhã.  Alimentado, pegue seus pertences e vá a pé mesmo até o centro histórico.  Não é uma caminhada muito longa, dá para fazer em menos de uma hora em passo muito tranquilo, parando para tirar fotos, etc.  Você chegará no centro histórico mais ou menos na hora em que tudo estiver abrindo: 10h.

Hofkirche: a Catedral de Dresden
Hofkirche: a Catedral de Dresden

Vá ao Zwinger, veja-o por fora, tire fotos e entre nos seus museus (ou, ao menos, naqueles que você tiver interesse).   O próprio Zwinger já é uma obra de arte.  Recomendo não deixar de ver a Gemäldegalerie Alte Meister.  É uma galeria de arte de rara beleza e importância.  A fama da Gemäldegalerie se deve ao elevado padrão de qualidade das obras que a compõem. Um dos focos do museu é a Renascença Italiana, com obras de Rafael, Giorgine, Titian, Correggio, Botticelli, Veronese, Tintoretto e outros. Outro foco são as pinturas flândricas do séc. XVII, com grande número de obras de Rembrandt, Rubens, Van Dyck e outros.  Além dela, há também um museu de porcelana, um museu de matemática e física e uma armeria repleta de armaduras, armas, escudos, trajes de combate, etc.  Ela é muito legal também e vale a pena a visita.

Depois de ver o Zwinger, já deverá estar próximo da hora de ver o Grünes Gewölbe, dependendo da hora do seu bilhete.  Se estiver, entre no Residenzschloss (o Grünes Gewölbe fica lá dentro). Se ainda sobrar um tempinho, enrole tirando fotos na Theaterplatz e entre na Hofkirche, a catedral de Dresden, e depois vá para o Residenzschloss.

Para ver o Grünes Gewölbe, entre no Residenzschloss e deixe os pertences no guarda-volumes.  A revista na entrada é rigorosíssima, com porta dupla e segurança ostensiva.  O nome do museu (Grünes Gewölbe) vem de um dos seus aposentos (o primeiro a ser visitado), que tem teto abobadado verde.  O acervo do museu é um esculacho!  Tanto que eu arrisco dizer que ele, sozinho, faz a viagem a Dresden valer cada centavo – o resto é bônus.  O acervo todo tem mais de 4.000 peças, das quais apenas as mais importantes estão em exibição.  É muita obra de arte, muito ouro, muita pedra preciosa…  O acervo em exibição sozinho deve ser suficiente para pagar a dívida externa da Argentina e ainda sobrar troco.  É algo inacreditável, coisa que eu nunca vi na vida, superior até mesmo às jóias da coroa britânica na Torre de Londres – e isso não é um exagero.

A Torre do Residenzschloss: subida obrigatória
Torre do Residenzschloss: subida obrigatória

Se ainda estiver sem fome, veja o restante dos museus do Residenzschloss.  Ali há a outra parte da real armeria dos reis saxões, que inclui a Türkish Cammer – uma das mais antigas e importantes coleções Otomanas do mundo, fora da Turquia, formada pelo Príncipe Eleitor (Kurfüster) da Saxônia, Augusto II, em cuja época o Império Otomano chegou ao seu apogeu, fazendo com que a moda otomana tomasse caísse no gosto de diversas cortes do mundo.  Ali há também uma coleção numismática e outra de pinturas e desenhos.  Não deixe de subir a torre do castelo – outro exemplo de subida que, sempre que você achar que a escada vai terminar, ela recomeça em outro lugar e, de fato, não acaba nunca.  A vista lá de cima, porém, é inigualável e faz valer a pena cada caloria gasta na subida.

O almoço pode ser feito em qualquer restaurante à volta da Frauenkirche, onde há vários deles para escolher.  Contudo, eu recomendo bastante o restaurante onde eu sentei para almoçar: o Paulaners.  É um restaurante típico alemão (com cara de pub, é verdade), com ambiente e serviço muito bons, atrás do Residenzchloss (na Taschenbergstrasse).  Aprecie as iguarias da cozinha alemã e beba uma boa cerveja – a especialidade da casa, obviamente.

Terminada a refeição, dobre à direita assim que sair do Paulaners e, depois, vire à primeira à esquerda, contornando o Residenzschloss.  No fim da rua, antes do arco, há uma lojinha incrível à direita.  É a lojinha da Hofkirche.  Embora tenha foco em artigos religiosos, é possível encontrar bons souvenires da cidade ali.  Depois dela, cruze o arco no fim da rua e você chegará na Schlossplatz.  À sua esquerda estará a Hofkirche (se você ainda não a tiver visitado, visite agora) e, à direita, a “prefeitura” de Dresden (Ständehaus).  Aprecie a praça e, principalmente, o arco às suas costas.  Mas não perca a direção e vire à direita, seguindo o imenso painel na parede ao longo da Augustusstrasse.

Fürstenzug
Fürstenzug

É o Fürstenzug ou, em português, a Procissão dos Duques da Saxônia: um imenso painel de azulejos, com 102 metros de comprimento, que retrata todos os governantes da Saxônia desde Konrad (que governou a Saxônia de 1127 a 1156) até Georg (que governou a região entre 1902 e 1904).  Você verá os príncipes em ordem decrescente se seguir este roteiro, mas esse sentido é interessante porque você ultrapassa a procissão.  No sentido oposto, você apenas a veria passar – o que, na minha opinião, dá um sentido pouco dinâmico ao monumento.

No fim da rua, você dará de frente com a Frauenkirche, a principal igreja protestante (luterana) da cidade e que, em beleza, rivaliza bem de perto com a Hofkirche.

A Frauenkirche foi reconstruída recentemente
A Frauenkirche foi reconstruída recentemente

Ambas foram destruídas no Bombardeio de Dresden.  A Hofkirche foi menos danificada em sua estrutura e o interior completamente branco, sem ornamentos, está em pleno acordo com as normas internacionais de preservação do patrimônio histórico e artístico que indicam que reconstruções não originais devem permanecer pintadas de branco.  Já a Frauenkirche, que havia sido completamente destruída – quando eu digo completamente, eu quero dizer completamente mesmo, não sobrou pedra sobre pedra – só foi reconstruída após a reunificação da Alemanha e encontra-se, hoje, reconstruída em todo seu esplendor original.  Alguns tijolos originais foram usados na sua reconstrução, o que explica a diferença de cor entre eles.  No fim, fica a impressão de que a Hofkirche é mais bonita por fora e a Frauenkirche mais bonita por dentro.  Escolher uma delas apenas seria crueldade demais.  Ambas valem muito a pena a visita.

É muito interessante entrar na Frauenkirche e notar as diferenças de concepção arquitetônica dela para uma igreja católica: a posição do órgão, do altar, dos fiéis…  Tudo é sutilmente diferente – diferenças essas que remontam às diferentes visões religiosas existentes entre as igrejas católica e luterana.  Em tese, é proibido tirar fotos lá dentro, mas todo mundo faz isso com muita naturalidade – e eu, obviamente, não fiquei para trás.

Ao redor da Frauenkirche há lojas de souvenir, restaurantes e docerias.  Aproveite para conhecê-las e tomar um sorvete ou um chocolate quente para aquecer e servir de sobremesa ao mesmo tempo – espero que você não tenha adoçado a boca no Paulaners imediatamente após o almoço.

Continue caminhando na mesma rua – que, depois da Frauenkirche, passa a se chamar An der Frauenkirche até chegar numa pracinha chamada Georg-Treu-Platz.  É bonita e, à direita dela, fica o Albertinum, onde há um museu de esculturas e outro de pinturas mais modernas.  É um passeio legal, mas é café-com-leite perto das outras atrações de Dresden.

A vista do Terraço do Elba
A vista do Terraço do Elba

Subindo a escadaria no fundo da praça, você chegará ao terraço do Elba, um largo jardim elevado que dá vista para toda a cidade e para o Rio Elba, que a banha.  Depois de tirar fotos dali e apreciar a paisagem, atravesse o Elba pela ponte que está à sua direita.

A margem oposta do Elba é a parte nova da cidade.  Caminhe pela Albertstrasse (a rua que segue a ponte) até a grande praça que há no fim da rua – a Albertplatz.  Ali, entre à esquerda e volte na direção do Elba pela Hauptstrasse, uma imensa rua de pedestres cheia de lojas, muito agradável.  Pare para ver tudo o que lhe der na telha, aproveite o passeio.  No fim da Hauptstrasse, uma gigantesca estátua equestre dourada de Frederico Augusto I – de tirar o chapéu!

Atravessando o Elba novamente, na direção da cidade velha, pela Augustusbrücke (a ponte no fim da Hauptstrasse), o passeio pelo filé mingon de Dresden praticamente termina.  Se houver tempo, é possível complementá-lo com um passeio de barco pelo Elba, por um passeio de bonde a qualquer lugar da cidade (não recomendo ir à Pfunds Molkerei, uma padariazinha de quinta categoria metida a besta só porque tem paredes cobertas por azulejos), ver outros museus que Dresden tem a oferecer ou ainda curtir um fim de tarde no Terraço do Elba.  Depois, pegue o caminho de volta para a estação do trem e rume de volta a Berlim.

Por fim, Dresden ainda merece algumas notas rápidas: (a) o Grünes Gewölbe é visitável exclusivamente com audioguide que, obviamente, é muito lento e prolixo.  Mas ali não tem jeito, você fica refém dele, já que nenhuma obra do acervo tem uma plaquinha sequer indicando seu nome: toda e qualquer informação vem exclusivamente do audioguide.  Eu “adorei” a ideia…; (b) é inacreditável imaginar que tudo aquilo foi destruído e reconstruído depois do Bombardeio, especialmente as igrejas; (c) a cidade é extremamente agradável e tranquila.  Na medida do possível, tente contato com os cidadãos locais, que parecem ser todos muito solícitos e simpáticos, mesmo que você não esteja gastando seu dinheiro com eles; (d) todo acervo dos museus foi guardado em abrigos antes da II Guerra Mundial e, por isso sobreviveram ao Bombardeio.  Após o fim da Guerra, como quase tudo na Alemanha, o acervo foi pilhado pela União Soviética e devolvido à Alemanha lá pelo final dos anos 60; (e) Dresden foi tombada pela UNESCO como Patrimônio Mundial da Humanidade mas esse título lhe foi retirado recentemente por causa da construção de uma nova ponte rodoviária sobre o Elba, alguns quilômetros rio acima do centro histórico da cidade.  A comunidade internacional diz que isso foi uma demonstração estúpida e desnecessária de poder da UNESCO – possivelmente oriunda de uma querela pessoal, mas isso é só fofoca -, já que a ponte não interferiu em nada no conteúdo paisagístico da cidade antiga.

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9 Comments

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  1. Pode parecer rasgação de seda… e é!

    Mas não tem como não elogiar seu profundo conhecimento adquirido em suas viagens. Não se trata apenas de fotografar ambientes ou dar conselhos sobre passeios. Trata-se de uma verdadeira aula de história, ministrada durante a apresentação das atrações visitadas, principalmente as culturais, fazendo com que tenhamos a exata noção da dimensão e importância de tais passagens em nossa história moderna.

    Parabéns.

    Obrigado. Faço por prazer.

  2. ….você esqueceu de agradecer a advogada q te emprestou algum material sobre a cidade!
    bjs,
    Fabiana

    Eu tava pensando em agradecer pessoalmente no sábado, mas se ela quiser receber o agradecimento antes…

  3. Acho que vou desistir de ir para Holanda e passar mais tempo em Berlim e adjacências…

    Viagem é um negócio muito pessoal, mas acho que você tem tudo para não se arrepender.

  4. Rapaz, gostei muito dos seus comentários e orientações. Já espiei suas dicas sobre Potsdam e Berlim e sequer imaginava Dresden, mas com essa aula, caramba, já estou pensando em incluir mais um dia na Alemanha. Muito bom mesmo!!!! Parabéns…

    Se você for incluir tantos dias na Alemanha quanto forem os lugares legais para conhecer, vai acabar passando o resto da vida lá…

  5. De tantas coisas boas que ouvi falar sobre Dresden, incluí no meu roteiro… Que cidade liinnddaaa! Fiquei muito encantada com a beleza dessa cidade, principalmente por ela ter, literalmente, renascido das cinzas! Fui agora em outubro (outono) e apesar do dia ensolarado, estava fazendo 10 graus…e a noite fez 6 graus. Fiz o passeio de barco e foi tao agradável, apesar de muito frio! E digo mais, fiquei hospedada no Ibis Budget: que fica a poucos passos do Zwinger, super bem localizado!

    Eu não cheguei a dormir em Dresden, mas acredito que seja uma experiência fantástica!

  6. Estou indo para a Alemanha em setembro e ao começar a pesquisar me deparei com o seu blog. Que coincidência! Estou adorando as dicas e já passei para uma amiga que também vai para lá.

    Quer dizer que eu sou uma referência no assunto? Sempre desconfiei…

  7. Oi, gostaria de fazer um pit-stop em Dresden a caminho de Praga, você sabe informar se na estação de trem tem guarde-volumes??? Obrigda

    Não conheço estação de trem na Europa que não tenha guarda-volume. Especialmente a de Dresden, que é razoavelmente grande.

    • Já eu irei fazer um pit-stop em Dresden indo do Praga para Berlim, pernoitando na cidade. Esse é o melhor post com dicas sobre Dresden, muito obrigada!

      Eu que agradeço o elogio. Há outros posts bem detalhados assim por aqui. Aproveite e depois volte para contar como foi a viagem.

  8. Olá! Seu post é realmente bem detalhado.. o único até agora que eu vi que dá um roteiro bem legal e bastante detalhado para uma passagem pela cidade. Parabéns!!

    Eu só fiquei com um dúvida em relação ao tempo de visitação do Grünes Gewölbe. Você comentou no texto que recomenda comprar ingressos para perto da hora. Você lembra qual o horário que comprou ou quanto tempo mais ou menos demorou com o audio guia pra poder ver a exposição toda?

    Obrigada!

    Gabriela, já faz algum tempo isso, não me lembro muito bem.
    Acho que demorei perto de duas horas para ver o Grünes Gewölbe todo. Só usei o audioguide para ver o que mais me interessava. Se fosse ouvir tudo, demoraria o dia inteiro, eu acho.
    Cheguei lá de manhã (por volta de umas 11h) e só havia ingressos disponíveis para depois das 16h – poucos, diga-se de passagem. Quase perdi a visita por não saber disso.
    Ajudei?

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