O Cachambi responde – o passeio de ontem

Mais uma vez, uma semana desprovida de dúvidas.  Não é possível que ninguém tenha sentido falta do uso de um ponto de interrogação em sua vida.  O jeito foi recorrer a uma pergunta feita no dia 26 de janeiro por um leitor anônimo – a última do repositório, aquela que estava por cima da papelada velha, no baú das perguntas não respondidas.  Pergunta nada propícia para a data em que foi feita, mas clarividentemente (e videntemente também) adequada para o dia de hoje.

O que aconteceu com o Vasco?

No dia 26 de janeiro, eu não saberia responder, por que nada especial havia acontecido com o Vasco naquela data ou nos dias que a antecederam.  Aliás, nem ontem nem nos dias anteriores aconteceu nada de diferente na rotina do Vasco.  Continuou tudo rigorosamente no mesmo lugar, seguindo a mesma rotina, plácida, metódica, de servir de sparring para o Mais Querido e Vencedor do Brasil – o Mengão (como se precisasse explicar).  Assim como uma mulher que apanha rotineiramente do marido acaba gamando nele (o amor cega) e não alcagueta os fatos à polícia por medo de chateá-lo ou de ficar sozinha no mundo, o Vasco também se regozija, se orgulha e até sente uma pontinha de prazer em seguir sua sina inexorável de levar sacodes urubúticos jogo após jogo, ano após ano.  Respondendo, então, objetivamente à pergunta feita pelo leitor anônimo: não aconteceu nada de novo, nada de diferente daquilo que Nostradamus ou os Maias já havia previsto centenas de anos atrás.  O Mengão entrou em campo para passear; o Vasco entrou em campo para tomar um passeio.  Por isso, o planeta segue girando na mesma velocidade, singrando a Via Láctea.

* Você tem uma dúvida, quer fazer uma pergunta? Mande-a clicando aqui, que O Cachambi responde. A pergunta a ser respondida semana que vem pode ser a sua.

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3 Comments

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  1. Aham. Tá bom.

    Me poupe.

    Eu posso até poupar. O Mengão, não.

  2. Leandro, acho que você anda sem tempo…esse título não é o desse post não…

    Se não é, sugira outro título para ele.

  3. Eu ia sugerir “(Uma goleada) De quatro é mais gostoso”, mas em respeito aos leitores vascaínos e pela moral e bons costumes, deixa esse mesmo…

    No que faz muito bem.

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