O Cachambi responde – destino de viagem

A Nívia me enviou um questionário com dez perguntas – todas relacionadas ao tema “viagem”.  Na verdade, tratava-se de uma corrente.  Como eu não sou adepto de correntes, não vou enviar o questionário para ninguém responder.  Mas vou responder as perguntas, uma por semana, aproveitando esse espaço semanal dedicado a responder perguntas dos leitores.  Como ela postou as perguntas abertamente na fanpage do blog no Facebook, não tenho nenhum constrangimento em, desta vez, quebrar a regra do sigilo de autor das perguntas.  Espero que ela não se incomode.  Dito isso tudo, vamos, então à primeira pergunta.

Como você escolhe um destino de viagem?

Olha, isso é sempre a maior dicussão lá em casa.  O que eu e a Fiona trocamos de mensagens, e-mails, brigamos e nos reconciliamos nessa hora é um absurdo.  Ninguém tem ideia do arranca-rabo que é decidir em conjunto com outra pessoa um destino de viagem de lazer.  Porque o primeiro passo é o sonho: “eu sempre quis conhecer esse lugar, que eu via na televisão, ou no cinema, ou que um colega me falou que é incrível, eu vi as fotos que ele tirou de lá…”  Outra coisa é a realidade: “minha mulher/meu marido odeia lugar de praia, ou de montanha, ou acampar, ou fazer safari, ou ver igreja, visitar museu, parque de diversão…”  E a realidade não para por aí: tem a questão financeira também, o tempo disponível para a viagem…  E outra ainda é a necessidade: “nessa fase da minha vida, do meu relacionamento, qual é a viagem que eu preciso fazer para me sentir bem?”  Tudo isso tem que ser bem avaliado antes de se decidir um destino de viagem.  Fechar essa combinação num meio termo que agrade todos os viajantes é tão difícil de acontecer quanto um alinhamento improvável de planetas, luas e outros atores do universo.  E quanto mais gente envolvida nesse processo, pior ele fica.  O melhor a fazer é seguir este roteiro.

* Você tem uma dúvida, quer fazer uma pergunta? Mande-a clicando aqui, que O Cachambi responde. A pergunta a ser respondida semana que vem pode ser a sua.

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One Comment

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  1. Claro que não me incomodo, a ideia da corrente é permitir que os leitores conheçam mais sobre nós, do lado de cá da tela. Abs 😉

    Mas não vou passar a corrente para ninguém, por questões ideológicas. Sou contra correntes.

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