Thor 2: O Mundo Sombrio

Cartaz do filme
Cartaz do filme

Em condições normais, eu não assistiria Thor 2.  Aliás, são poucos os filmes de super herói que me atraem.  Mesmo recentemente, com essa leva enorme de filmes do gênero, não tenho me sentido atraído às salas de cinema para admirar reinvenções, refilmagens, releituras de clássicos do gibi, mangá, seja lá o que for.  Mas, domingo em São Luís, depois de ter desistido de ir a Alcântara, sozinho, fazer o que?  Fui ao shopping, entrei no cinema e assisti quatro filmes em sequência.  Entre uma sessão e outra, só dava tempo de ir ao banheiro.  Thor foi a primeira escolha porque era a sessão que começava mais cedo, 12:10h.  Talvez pelo horário, talvez porque todo mundo já sabia que o filme não é lá grandes coisas, só havia duas pessoas dentro da sala de exibição: eu e uma velha que sentou lá na frente, próximo à saída de emergência.

E, se você tiver outra opção, escolha-a.  O filme é fraco.

O argumento é ruim: o filme começa com um prólogo, narrado, que tenta introduzir o espectador na trama.  Esse é o tipo de coisa que é necessário quando a trama é ruim, truncada, mal explicada.  Poucas histórias narradas assim fazem sucesso.

Além disso, o filme mais parece uma mistura de Star Wars com O Senhor dos Anéis.  Um monte de nave voando, tentando destruir o castelo, bonecos pretos e brancos com capacetes lutando, tiros laser cortando o céu, uns lugares muito doidos, planetas se alinhando, um fluido que permite alguém dominar o mundo (my precious…)…  É a maior viagem.  Como se não bastasse, tudo isso ainda se mistura a Londres, por meio de passagens cósmicas mal esclarecidas que podem ser controladas por seres humanos com um mero controle remoto…  Na boa, já deu para sentir que é furada, né?  Mas não para por aí.

Thor voa.  Sério, ele empina o machado (aquilo não é um machado, é uma marreta, mas tudo bem) para o ar e voa como o Superman.  Fala sério.  Como se não bastasse, ele é apaixonado por uma humana do século XXI (ele, um deus da antiga mitologia nórdica, celta, ou algo parecido), e vem visitá-la de capinha vermelha nas costas.  Calma!  Ainda não terminou.  Ainda rola uma piada meio sem noção com o filme do Capitão América – que está para estrear – quando Loki, irmão de Thor, se transforma no herói yankee numa tentativa horrorosa de fazer uma piadinha.

Enfim, uma bela bosta.

Anúncios

6 Comments

Add yours →

  1. Assim como o primeiro, rs.

    Não sei, não vi o primeiro.

  2. P.S. Vai falar dos outros filmes também, né?

    Vou sim. Todos eles.

  3. O primeiro Thor é bem fraquinho mesmo. O segundo eu até estava na pilha de ver, mas agora já não sei mais.

    Eu acho que não vale a pena.

Você quer comentar? Clique aqui!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: