O Cachambi responde – o sorteio dos grupos da Copa do Mundo

Que sorteio mais Fuleco...
Que sorteio mais Fuleco…

Já faz um tempo que aquele monte de ex-jogadores subiu ao palco para metera a mão numa cuia de vidro, mexer as bolinhas e sortear os grupos da Copa do Mundo de 2014.  E eu ainda não falei uma palavra sobre o assunto…  Não foi por falta de provocação: eu recebi, na época, uma pergunta.  Por absoluta falta de tempo, não respondi.  Deixei até de ler o que o Eduardo escreveu para não me deixar influenciar.  E como pedir perdão sem tomar uma atitude não serve de nada, resolvi me endireitar.

E aí?  O que você tem a dizer sobre o sorteio de grupos da Copa do Mundo?

Além de tecer elogios intermináveis ao decote da Fernanda Lima e à idiotice de se pedir desculpas a países de maioria islâmica por causa disso?  Muita coisa.

Primeiro, criticar o critério para a realização do sorteio.  Seleção é momento, Copa do Mundo não.  É um evento tradicional, que preza a história em detrimento da realidade.  Quem se debruça sobre uma Copa do Mundo tem muito mais a falar sobre o passado do que sobre o presente e o futuro de cada seleção.  O passado das seleções participantes pesa muito mais durante a realização do evento do que as possibilidades existentes em seus futuros.  E isso faz toda a diferença na hora de dividir uma bola, cobrar um pênalti, discutir um lance duvidoso com o árbitro…  Permitir que Bélgica e Colômbia se filiassem como cabeças-de-chave em detrimento dos campeões mundiais é o mesmo que admitir que garotos recém-alfabetizados pudessem representar seus países numa conferência internacional pós-guerra.

Dito isso, vamos ao que interessa:

Grupo A: Não é nenhum sinal de otimismo excessivo dizer que o Brasil vai se classificar em primeiro lugar no grupo.  Pelo contrário, é sinal de pessimismo excessivo, mau agouro, dizer que ele não vai se classificar.  Num grupo tão sem sal, a briga pelo segundo lugar promete ser das mais agitadas da Copa do Mundo.  Vejo as outras três seleções como incógnitas: podem dar muito certo ou muito errado.  Ao mesmo tempo, vejo nelas um destino certo: caírem nas oitavas-de-final, mesmo que o resultado da equação que leva em conta a incógnita anterior seja um estrondoso sucesso inicial.  A Croácia não é nenhuma força da natureza e está na Copa do Mundo meio que por acaso: foi segunda coloada num grupo fácil das Eliminatórias Europeias (teve o trabalho energúmeno de ficar à frente das poderosíssimas seleções da Sérvia, Escócia, Macedônia e País de Gales) e deu a sorte de enfrentar a tradicionalíssima seleção islandesa na repescagem.  O México joga um futebol taticamente tão sofisticado quanto o Bangu de 1966 – e o resultado disso foram as derrotas fragorosas na Copa das Confederações e uma classificação de êxito duvidoso para a Copa do Mundo.  Conseguiu a proeza de ficar atrás de Honduras, Costa Rica e EUA nas Eliminatórias da Concacaf.  Só carimbou passaporte para o Brasil porque a Fifa é uma mãe e armou-lhe uma repescagem mequetrefe contra o melhor time da Oceania.  Fosse a Fifa gestora do rugbi, surf ou natação, a principal atração esportiva no México em meados do ano que vem seria torcer para Ségio Perez e Esteban Gutiérrez nos GP’s da Áustria e da Inglaterra, o que, definitivamente, não é nenhuma glória.  E Camarões, meus amigos, também não são flores de odor muito agradável (isso é uma alegoria!!!): a África tem Eliminatórias de nível técnico fraco, embora a maioria dos jogadores das principais seleções atue em clubes europeus de estirpe; a história mostra sucessos efêmeros dos camaroneses, mostrando que os leões só são indomáveis de quando em quando; além disso, eles são uma das piores seleções classificadas para a Copa do Mundo no ranking da Fifa.  Nesse emaranhado de baixíssimo nível técnico, tendo a acreditar que o vigor físico e a elevada qualidade técnica de alguns jogadores, aliado à recente troca de técnico e a algumas lições que eu espero que tenham sido aprendidas na Copa das Confederações dê ao México a vantagem necessária para obter uma classificação para as oitavas-de-final.  Não custa lembrar que a Croácia enfrentará Camarões em Manaus às 15h, o que pode fazer toda a diferença.

Grupo B: Só mesmo nas casas de apostas é que se cogita a possibilidade de Chile e Austrália roubarem as vagas de Holanda e Espanha para a fase seguinte da Copa do Mundo.  Fosse eu chileno ou australiano, já deixaria a passagem de volta comprada, com assento marcado, para a noite do dia 23 de junho.  O que pode mudar nesse grupo é apenas a ordem da classificação: Espanha e Holanda em primeiro ou segundo; Chile e Austrália em terceiro ou quarto.  A lógica indica Espanha em primeiro, Holanda em segundo, Chile em terceiro, Austrália em quarto.  E não há muito mais a dizer, porque os jogos críticos (em Cuiabá às 18h e em Salvador às 16h) acontecem entre as seleções que efetivamente disputam alguma coisa, logo na primeira rodada.  Nem isso será capaz de salvar o grupo de uma barbada.  Salvo ignominiosos acidentes de percurso, esse grupo é isso aí mesmo.

Grupo C: Esse é o Grupo da Morte!  O grupo de quem vai morrer de tédio em frente à televisão, com jogos de baixíssimo nível técnico, entre seleções que, fosse a Fifa uma entidade futebolísticamente decente, sequer se classificariam para a Copa do Mundo.  Ou alguém acha que Colômbia (poderosíssima e intergalaticamente temida por sua relva), Japão (veloz e preciso como uma alcateia de leões em caça no Serengeti), Grécia (a grande vencedora da Guerra de Troia, com mais de dois mil anos de experiência em disputas internacionais) e Costa do Marfim (vai um marfinzinho aí, doutor?  Um é seis dois é dez!  Orgânico, elefante angus, nem sofreu.) têm algo relevante a acrescentar ao espetáculo?  A Colômbia chegou à Copa como segunda colocada das Elimatórias Sulamericanas, com ótima campanha contra adversários fracos (não custa lembrar que seu único adversário real foi a Argentina).  Tem um bom time, mas que vem apresentando baixo teor técnico contra adversários modestos e bons do cenário mundial em amistosos.  O Japão também se classificou brilhantemente (melhor campanha das Eliminatórias Asiáticas): em terra de cego, quem tem um olho puxado aberto é rei.  A Grécia conseguiu a proeza de ser segunda colocada num grupo que tinha Bósnia-Herzegovina (que foi favorecida por serem dois países em um), Liechestein, Letônia, Lituânia e Eslováquia e chegou à Copa após vencer a Romênia na repescagem – provavelmente seu maior mérito.  A Costa do Marfim teve adversários mais à sua altura no caminho para o Brasil: venceu Marrocos na fase de grupos e Senegal no mata-mata final e tem como grande trunfo jogar em lugares e horários inóspitos contra adversários pouco afetos a altas temperaturas: enfrenta o Japão, à noite, no calor úmido do Recife; a Colômbia, na secura de Brasília, às 13h; e a Grécia em Fortaleza às 17h.  Esse fator foi o maior prejuízo do Japão, que vai jogar em Cuiabá contra a Colômbia e em Natal contra a Grécia.  Isso tudo deve resultar numa classificação, baseada no quesito físico, de Colômbia e Costa do Marfim, nesta ordem.

Grupo D: De todas as seleções, a mais favorecida do sorteio foi a Costa Rica.  Imaginem: você se classifica para a Copa do Mundo jogando por um país futebolisticamente fraco e já sabe que não tem nenhuma chance de jogar mais que os três jogos obrigatórios da fase de grupos.  O que pode acontecer de melhor?  Enfrentar excelentes adversários, aparecer para o mundo inteiro e ainda ganhar uma camisa maneira daquele cara que você só vê jogar pela televisão – quando muito.  Nessa perspectiva, ela se deu muito bem.  Se é para tomar sacode, que tome direito, de campeões mundiais: Uruguai, Itália e Inglaterra têm na Costa Rica sua chance de jogar a moral lá no alto (e o saldo de gols também) ou de naufragar fragorosamente na praia da classificação.  Aliás, uma delas vai, não tem jeito.  E, se eu bem conheço as três, periga ser a Inglaterra.  Porque a Itália é aquilo: classifica sempre aos trancos e barrancos.  O Uruguai é o mesmo time que, na última Copa América, jogou o futebol mais vistoso da América do Sul dos últimos quatro anos – até a estonteante exibição brasileira na Copa das Confederações.  A Inglaterra vem com aquela velha receita de Lampard, Gerhard, Rooney, Cole…  Porém – e tudo tem um porém, que pode mudar tudo…  O Uruguai é Forlán-dependente e Forlán não joga bem há muito tempo (aliás, nem joga).  Por outro lado, Suárez – o maior personagem da última Copa do Mundo – tem agora a chance de chamar a si a responsabilidade, ser a principal figura de sua seleção e provar a muitos que ele é tão ágil com a bola nos pés quanto o é com as mãos.  Itália e Inglaterra se enfrentam, logo no primeiro jogo, na sauna de Manaus.  Depois, a Itália joga em Recife e Natal – uma campanha tórrida, pode-se antever.  Todo mundo lembra do fracasso físico italiano na Copa das Confederações, né?  Se isso não for o bastante para desgastar a seleção italiana a ponto de eliminá-la logo na primeira fase, fatalmente a condenará a uma fraqueza grande na segunda fase.  De todos, o caminho climático mais tranquilo é o do Uruguai.  Já a geração figurinha-carimbada da Inglaterra tem a chance de apagar as más impressões passadas e dar um banho de experiência na galera.  É a última chance de muitos ali.  Eles vão dar o sangue para provar que não são tão pipoqueiros quanto o mundo inteiro pensa.  Por isso, eu aposto em Inglaterra em primeiro e Uruguai em segundo.  E, se a Costa Rica conseguir fazer um único gol, que se dê por satisfeita.

Grupo E: O destino fez sua parte no Grupo E, recolocando a França no lugar de onde ela não devia ter sido retirada pelos critérios de gosto duvidoso da Fifa: cabeça-de-chave de um dos grupos.  No papel, esse posto pertence à toda poderosa Suíça, famosa por seus chocolates, picos nevados, bancos de cofres ultrasseguros e relógios de precisão.  Futebol, que é bom, nada.  Ela foi a primeira colocada, com folga, num grupo das Eliminatórias de qualidade para lá de duvidosa, enfrentando Islândia, Eslovênia, Noruega, Albânia e o que restou de Chipre depois da Guerra Civil.  Que glória opaca!  Não perdeu nenhum jogo e conseguiu a proeza de empatar três.  Não possui nenhum jogador de estirpe no futebol internacional e tem como principal trunfo uma odiosa retranca.  Só que os suíços também se deram mal no sorteio e vão torrar em solo tupiniquim, jogando às 13h em Brasília contra o Equador, às 16h em Salvador contra a França e às 16h em Manaus contra Honduras.  Já dá para sentir que os branquelos suíços não vão resistir sequer ao primeiro tempo.  Arrisca até Honduras se dar bem para cima deles.  Que ninguém duvide disso!  Já a França joga no friozinho de Porto Alegre e no Rio de Janeiro – que, no inverno, é uma baba de moça bem agradável para os europeus.  Só resta saber qual é a França que vem ao Brasil: aquela do primeiro ou aquela do segundo jogo da repescagem.  Isso é uma incógnita, mas eu aposto neles.  E, se eu fosse apostar em alguém para a segunda vaga, esse alguém seria o inexpressivo Equador que, ao menos, tem boas chances contra Honduras e Suíça nas condições climáticas adversas que esses jogos (frio intenso de uma noite de inverno em Curitiba e calor seco da hora do almoço em Brasília, respectivamente)  acontecem.

Grupo F: Eu não sei o que a Argentina fez de bom para o Papai do Céu ajudá-la tanto assim…  Ou melhor, eu imagino.  Deve ser o dedo do Cardeal Bergoglio, em contato direto com Ele, que singrou o destino das bolinhas para uma confluência cósmica tão favorável quanto a desse grupo.  Fosse o grupo do Brasil, um certo político brasileiro viria a público, rindo de orelha a orelha atrás de seu bigode, para dizer que nunca antes na história desse país se viu um grupo tão fácil.  Mesmo enfrentando quatro países diferentes em três jogos (porque Bósnia-Herzegovina é um combinado), vai ser mais fácil que entrar em qualquer grupo da Libertadores do ano que vem.  O fracasso da seleção argentina nesse grupo é tão improvável quanto o sucesso de um plano econômico da Cristina Kirchner.  Mesmo o jogo contra a Nigéria, que será, em tese, o mais difícil da fase de grupos, vai ser realizado com a seleção já classificada e ali do lado de casa, em Porto Alegre.  Até nisso eles tiraram onda.  Melhor assim: gastaram toda sorte no sorteio e não sobrou nada para uma eventual disputa de pênaltis.  A segunda vaga é da Nigéria, por um motivo simples: Nigéria e Bósnia-Herzegovina vencerão o Irã com folga e perderão para a Argentina.  Vão decidir a classificação no confronto direto – que será realizado em Cuiabá.  Preciso dizer mais alguma coisa?

Grupo G: Isso sim é um bom grupo de Copa do Mundo.  Um grupo formado por uma seleção excepcional e candidata ao título – na minha opinião, a favorita ao título – a Alemanha; uma segunda força com alguma tradição, bastante empenho e muita motivação – Portugal; um terceiro time que até apresenta bons resultados de vez em quando, mas que tem menos expressão no cenário futebolístico internacional – os EUA; e um saco de pancadas clássico que, neste caso, nem é tão saco de pancadas assim mas, perto dos outros, tenderá a assumir esse papel – Gana.  O resultado dessa equação é a certeza de bons jogos, com elevado nível técnico e, possivelmente, certa dose de emoção.  É um grupo onde todos têm chances – não à toa vem sendo chamado de Grupo da Morte, embora eu divirja do lugar-comum com veemência, por causa do já tratado Grupo C.  Os alemães mostraram na última Liga dos Campeões da Europa serem os donos do melhor preparo físico do futebol mundial atual, correndo bem mais que seus adversários em todos os jogos.  São os únicos que provaram em campo – em mais de uma oportunidade – serem capazes de vencer os espanhóis.  Dane-se que vão jogar a primeira fase no calor de Salvador às 13h, Fortaleza às 16h e Recife às 13h!  Eles vão vencer e sobrar em todos esses confrontos.  Os adversários que disputem a segunda vaga.  Aí é que o bicho vai pegar.  Portugal tem um bom time, que perdeu o foco durante as Eliminatórias Europeias e teve que disputar uma dura repescagem contra a Suécia.  Venceu e venceu bem – convenceu.  Tem Cristiano Ronaldo que, se não pipocar, vai fazer a diferença.  Ele vem mordido para a Copa, quer provar que é pelo menos tão bom quanto Messi, vai voar para cima dos adversários.  Mas Portugal tem uma defesa que é uma mãe…  Gana é, possivelmente, a melhor seleção africana da atualidade.  Não teve nenhum trabalho nas Eliminatórias Africanas e não deverá sentir o forte calor de seus jogos tanto quanto Portugal e EUA.  Já os EUA…  Faz tempo que eles não jogam aquilo que dizem serem capazes de jogar.  Correm o risco de ficar em último do grupo – o que eu acredito que vai acontecer.  Difícil apostar, mas eu acredito na vontade do Cristiano Ronaldo para a segunda colocação desse grupo.

Grupo H: Finalmente, o último grupo – que, por ironia do destino, ficou com o resto das seleções participantes.  Ou alguém acha que Bélgica, Rússia, Argélia e Coreia do Sul vêm ao Brasil fazer algo de muito relevante?  Fosse o sorteio pautado em critérios futebolisticamente sérios, talvez nenhuma dessas seleções se classificasse para a segunda fase do torneio.  A Bélgica não passa de um engodo destinado a abafar a crise política separatista interna do país.  É um time encaixadinho, frágil, mas suficiente para vencer os adversários da primeira fase.  Pode perder para a Rússia, que também tem um time não mais que razoável, capaz de endurecer alguns jogos, e que já está no projeto de se preparar para fazer bonito na próxima Copa do Mundo, que ela vai sediar.  Seu único porém é pegar a Coreia do Sul em Cuiabá – mas isso vai ser ruim para ambas.  Num grupo que vai todo ser jogado em clima ameno (à exceção desse jogo aí de Cuiabá), o balangandã deve mesmo ficar com essas duas moças europeias.  E, antes que alguém me pergunte se eu não esqueci de alguma coisa, eu me recuso a tecer qualquer consideração sobre a Argélia.

* Você tem uma dúvida, quer fazer uma pergunta? Mande-a clicando aqui, que O Cachambi responde. A pergunta a ser respondida semana que vem pode ser a sua.

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5 Comments

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  1. Numa boa, fiquei até com vergonha do meu post… pelo menos a gente concorda em quase tudo.

    Quase tudo…

  2. Ah, já ia esquecendo: partiu bolão!

    Claro! E com as regras mais maneiras do mundo!

  3. Discordo em pouca coisa também. Mas o time da Bélgica é enjoadinho. Tem uns negões fortes pra cacete e que correm muito (Lukaku e Benteke), tem o Hazard na esquerda, que é muito rápido e habilidoso, e tem o Fellaini (do Manchester United) no meio de campo que arma direitinho e marca bem.

    E o time da Suíça também é chato, tem jogadores importantes em times médios e grandes da Europa (o ala/lateral Litchsteiner da Juventus, o meio-campo Ilner do Napoli, o garoto Shaqiri reserva que sempre joga no Bayern…).

    Agora, uma das surpresas negativas pode vir a ser a Espanha, mark my words. Eles não tem mais tanto domínio da posse da bola nos últimos jogos, pecam pela falta de um atacante minimamente aceitável há anos e todos sabem como eles jogam. Aliás, não fosse o Robben ter perdido aquele gol incrível na final de 2010, a Espanha teria sido vice naquele ano.

    Concordo com você que a Espanha pode vir a decepcionar, mas acho difícil que isso aconteça na primeira fase. Mesmo mais velhos, com estratégia conhecida (não diria manjada, porque ela ainda é eficiente na maioria dos casos), e sem um centroavante de estirpe, eles ainda são um excelente time. Quanto à Suíça, continuo achando que o time não é essa Coca-Cola toda que a Fifa diz que é. A Bélgica pode até ser mais que a Suíça, mas não passa de um time encaixadinho. Pode até fazer sucesso, chegar a uma semifinal eventualmente, mas será tanto quanto foi a Coreia do Sul em 2002, no máximo.

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