Já, já

Sinhô, outro poeta das antigas, também deixou sua marca no tão peculiar gênero das músicas sobre surras maritais.  Nesta letra, ele não bate em ninguém.  Ninguém apanha também.  É só uma reflexão íntima, de quem vê uma bela mulher e a deseja ardentemente.  É uma sincera promessa de felicidade eterna que ele faz.  Não chega a verbalizá-la à mulher objeto de seu desejo – ou estaria ele pensando alto o suficiente para que ela o ouvisse?  Jamais se saberá.

O vídeo – o único dessa música que encontrei – é meio tosco e congrega várias músicas além dela, num pout-pourri meio lento e enfadonho.  A música de Sinhô a que este post se refere é a segunda a ser executada.  Vale a pena esperar e ouvir.

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