Sobre a vida que é minha

Cada vez que eu recebo um aviso na minha caixa de e-mails, lembrando-me de que tenho solicitações pendentes para inclusão de amigos na rede LinkedIn, lembro que ainda me resta um espaço para chamar de meu na minha vida.  Não tenho perfil na rede LinkedIn, não quero aceitar solicitações de amizade, não sou obrigado a fazer isso – principalmente se eu não conheço a pessoa.  Não adianta pressionar.

Eu queria poder recusar convites para festas sem magoar ninguém.  Não posso.  Mas convites e solicitações de amizade eu recuso com muita facilidade.  A esse direito ainda me reservo.  E pratico com afinco, só para não perder o hábito.

O WordPress vive me sugerindo blogs “parecidos” com este, ou relacionado a “gostos semelhantes” aos meus.  Sempre erra.  Sempre.  Sugerer blogs de moda (como se eu ligasse para isso), política, cultura adolescente, nunca coisas inteligentes e sagazes.  Sagacidade é algo tão carioca que a internet, temo, jamais aprenderá.

Vira e mexe recebo perguntas do Facebook sobre pessoas que eu sopostamente conheço.  A taxa de acerto do Facebook é maior que a do WordPress e do LinkedIn.  Mas eu não quero exercer o meu perfil ali, não quero ter que aturar a exposição virtual da vida alheia.  A minha vida já é suficientemente ocupada, e eu me sinto confortável dentro dela.

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One Comment

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  1. Viva a privacidade.

    Salve a liberdade também!!!

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