Jogo da Memória

Faça o que eu digo, não faça o que eu faço.  Ou faça.

Mesmo anos após a última vez que eu mexi naquela caixa, ela continuava lá no mesmo lugar – na casa da minha mãe – esperando o dia em que, enfim, ela voltaria a ser usada.  E olha que, de lá para cá, eu já perdi as contas de quantas vezes arrumei meu armário.

Era o jogo da memória, da Ravensburger, que eu havia ganho de um amigo da família que residia na Alemanha desde priscas eras e que, certa vez, acertou em cheio no presente.  Estava preservado intocado, como todos os meus brinquedos sempre foram; praticamente zero quilômetro.

Quem lê isso deve sentir algum desdém por tão pouca novidade.  Eu entenderia, se não fosse pelo fato de se tratar de um jogo com uns vinte e cinco anos de idade e 54 pares  – isso mesmo: cinquenta e quatro pares – de cartões, sem faltar nem um sequer.

Felícia já vinha dando sinais de curtir a brincadeira, como eu sempre curti.  Jogo da memória era um dos meus favoritos, até eu conhecer o ludo e o baralho (ambos devidamente apresentados e exercitados pela minha avó).  Não sei de onde aparecera aqui em casa um jogo da memória da Galinha Pintadinha, com o qual ela vinha brincando, mesmo faltando alguns pares.  Por isso achei que era hora de apresentá-la a um jogo da memória de verdade.

Foi só diversão!  Quando ela pegar as regras, vai ser difícil vencê-la.

Anúncios

One Comment

Add yours →

  1. Eu curtia ludo, mas nunca me liguei muito em jogo da memória.

    Eu curtia os dois.

Você quer comentar? Clique aqui!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: