Ah, Galoto!

Durante muito tempo da minha vida familiar eu fui chamado de Iê-iê.  Não por causa dos Beatles, os Reis do Iê-iê-iê – os Beatles já haviam acabado há muito tempo, antes de eu nascer -, nem por causa de outro modismo qualquer.  Era só porque a minha irmã, mais nova, não conseguia pronunciar “Lelê”.

O tempo passou e felizmente ela aprendeu a falar direito, apesar de tão rápido que eu várias vezes não compreendo nada do que ela diz.  E, mesmo quando compreendo, não consigo acompanhar, com o raciocínio, aquela velocidade.

A história se repete.  Desta vez, é a irmã mais velha que põe apelido no mais novo: não é “Garoto”, ela mesma já fez questão de nos explicar.  É “Galoto” – numa espécie de babytalking (aquele jeitinho  ao mesmo tempo carinhoso e patético com o qual as pessoas costumam se comunicar com bebês).  E o pior é que o apelido está pegando…

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3 Comments

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  1. Quanto a sua irmã… O defeito é “só” seu: lentidão.
    Quanto ao jeitinho carinhoso da “irmã”… é mais engraçadinho que outro que já ouvi.
    Apelidos fazem parte da vida.
    O difícil às vezes é encara-los.
    Mas acho que o “galoto” não vai reclamar.

    Olha que não sou o único que reclama que ela fala rápido demais…

  2. Ah, ti toisinha maiji fofa, zente!

    Espere até ler as próximas histórias.

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