Lembranças à tona

Quarta-feira o Flavio Gomes perguntou, em seu blog, quem teve uma dessas.

Confesso que demorei a entender o que era, mais um pouco para lembrar que eu tive.  Não só tive como brinquei demais com isso.  Foi com esse brinquedo que eu aprendi a manobrar veículos articulados.  Eu conseguia estacioná-lo de ré tão bem quanto, anos depois, eu vi os motoristas de 261 articulados da CTC fazerem.  Sem falar nos pegas que esses quatro carrões coloridos davam no chão do terraço, no tapete da sala, em qualquer lugar onde existissem linhas que pudessem ser usadas como traçado ou onde eu pudesse desenhá-las.  Um Passat, um Maverick verde (meu pai teve dois Mavericks nessa época, um verde outro branco), um Voyage e um Puma.  Lógico que o Maverick sempre vencia as corridas e o Voyage chegava em último.  Passat e Puma que se embolassem para ver quem chegava em segundo e quem chegava em terceiro.

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One Comment

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  1. Eu não tive, mas brinquei muito com o que um primo tinha. Era bem legal.

    Acho que era o único brinquedo que sempre teve estoque infindável de pilha lá em casa, tanto que eu brincava com ele. Aliás, para ferrorama também nunca faltou pilha.

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