Mondial de la Bière

Não foi exatamente a Copa do Mundo de Cerveja, feito eu vi pessoas anunciando por aí em programas de rádio e na boca miúda. Foi mais uma Bienal da Cerveja – uma feira de expositores, não necessariamente de periodicidade bienal. E, com o mercado nacional em alta e o dólar também, vi brilharem cervejas nacionais mais que as importadas.

O tempo todo pensei na companhia do meu amigo britânico, recém-chegado do exterior, convidado de última hora para ir ao evento. Ele provavelmente não obteve sucesso na tentativa de pôr em prática suas habilidades de negociação para se livrar ou compatibilizar outro evento que ocorreria a 2km dali, para o qual ele já havia sido escalado previamente. Ele teria gostado muito de estar ali conosco, certamente. Foi realmente uma pena a sua ausência.

Ao evento, pois.

O último dia tem vantagens e desvantagens. Provinhas gratuitas eram servidas sem muito pudor. Promoções e liquidações também eram fartas. Mas já faltavam os principais rótulos do festival. A BodeBrown, uma cervejaria curitibana e, ao que pude constatar, o maior sucesso do evento, só tinha um rótulo disponível para venda dentre os quase trinta que levou. A Bohemia não tinha mais disponível seu lançamento. A Eisenbahn também carecia de um ou dos rótulos.

Mesmo sendo um evento alcóolico, o clima de camaradagem reinava. Só se bebia, comia e conversava, sem uma pestana sequer de intranquilidade. Fiquei positivamente impressionado com o público.

Não vi cervejas do tipo Amber Ale, pelas quais tenho uma certa preferência. As rainhas do evento, pelo que pude perceber, eram as Witbiers e as Stouts. Cheguei à conclusão que Witbier é quase tudo a mesma coisa, embora as belgas legítimas ainda sejam as melhores do estilo. Jabá apenas para a Easy Dive, da Cervejaria Oceânica. Cheguei também à conclusão de que Stouts não são o meu estilo de cerveja, e pretendo não mais investir meu fígado nesse segmento.

Para o próximo evento, fica a dica: ir com os amigos – quanto mais amigos, melhor, para ter mais assuntos para conversar, mais cervejas para degustar e menos desperdício.

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2 Comments

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  1. Ano que vem vai comigo e meus amigos!!! Foi ótimo bebericar a cerveja de todos! Provar e trocar… bater papo e jogar… éramos 8 (4 casais). Muito mais que isso tb vira caravana e difícil de conciliar os interesses…

    Vai ter ano que vem? Vamos sim!
    Mas eu fiquei mesmo foi com vontade de ir a Curitiba, na BodeBrown.

  2. Eu quero ir também! E como eu não bebo, eu posso ser o motorista da galera sem problemas (desde que dê pra ir de carro). E eu tava mesmo planejando uma viagem pra CWB! Era pra fazer outra coisa, mas podemos avançar nisso também, que tal? Hein?

    Beleza! Vamos ver isso com calma.

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