Às moscas

Os leitores mais assíduos já devem ter notado a escassez de publicações pela qual este blog vem passando recentemente.  Só para se ter uma ideia dos números, 2015 foi o ano de menor atividade no blog, cerca de 25% menos posts do que 2008, o ano do recorde negativo anterior.  Tudo bem que o ano ainda não acabou, mas a esta altura do campeonato, ninguém mais acredita em recuperação.  O resultado está praticamente consolidado, são favas contadas – a questão é saber de quanto vai ser a goleada.

Não vou prometer um 2016 muito melhor não.  As ideias que me faltam hoje podem continuar a faltar no ano que vem.  Tenho me imposto muitas restrições de assuntos – coisas que antes eu trataria abertamente, hoje já não acho mais tão interessantes ou não consigo mais transformar em coisas interessantes.  Nem mesmo andar de ônibus tem de garantido boas histórias.

Acho que o jeito é começar a escrever sobre qualquer coisa.  Escrevendo me vêm as ideias.  Escrever ajuda a escrever, por mais pleonástico que isso possa parecer.  E assim serão espantadas as moscas virtuais deste blog e, quem sabe, alguns antigos e desaparecidos leitores voltarão, outros novos surgirão. Enfim, é só isso.  E é tudo isso, ao mesmo tempo.

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One Comment

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  1. Tamo junto na seca! E nós, leitores fiéis, não o abandonaremos.

    Obrigado.

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