A Igreja Monumento de São Francisco

Não deu tempo de escrever o post sobre o assunto antes da publicação do vídeo.  Não tem problema: a ordem dos fatores não altera o produto. Texto e vídeo vão complementares.  Por isso, vão juntos num único post. E, por estar escrevendo no telefone celular, onde nem todas as funções de configuração e formatação estão disponíveis, perdoem eventuais falhas. Elas serão corrigidas em breve, quando eu puder estar diante de um PC (se você só chegou agora, saiba que eu já atualizei o post em frente a um PC).

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Comecei meu giro de um dia pelo Porto ali mesmo na Ribeira, próximo ao hotel onde eu estava hospedado. A ideia era fazer um grande passeio circular a pé pela cidade, subindo para a parte alta da cidade pela manhã e descendo de volta à Ribeira no fim da tarde. Deu mais certo do que eu esperava. Os próximos posts sobre a viagem serão dedicados a esse giro.

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A igreja fica encravada no pé da escarpa, voltada para o poente e a foz do Douro, como manda a boa técnica de construção de igrejas, apoiada sobre um muro de arrimo que eleva parte do terreno para formar um terrapleno que atende o nível da escarpa de um lado e se eleva alguns bons metros ao nível da rua do outro.  Sua abside está voltada para o Jardim do Infante Dom Henrique, a lateral norte é lindeira do Palácio da Bolsa e da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco.

A ela se chega subindo bem compostas escadarias encravadas no muro de arrimo, até chegar a uma espécie de pátio que permite acesso à Igreja Monumento (à direita), à igreja da Ordem Terceira (em frente) e ao Museu da Ordem Terceira (à esquerda).

A visita começa pelo Museu.  Ali se compram os ingressos.  O museu em si não tem nada demais: algumas peças litúrgicas, mobiliário de época, uma coleção bem simples.  Legal mesmo, ali, é a catacumba (um cemitério subterrâneo incrivelmente grande).  Quero dizer, não é tão legal assim por ser um cemitério, mas o seu caráter surpreendente torna aquilo algo interessante de ser visitado.

Depois, a igreja.  Sem fotos no interior, conforme bem ressaltado pelo funcionário à porta, mas ignorado pelos turistas no interior.  A igreja é bela, tanto quanto qualquer outra brasileira do período barroco.  Destaca-se por estar em Portugal (não no Brasil), pela talha barroca, pelo revestimento em ouro (vindo do Brasil) e pela Árvore de Jessé.  O restante, o vídeo abaixo conta, em detalhes.

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